Finalidade deste Blog

Olá, seja muito bem-vindo ao meu blog. Nele você encontrará textos de vários autores, inclusive o meu, é claro. Decidi fazer este blog para expressar meus pensamentos e minhas quimeras. Também estarei compartilhando mensagens bíblicas em texto e audio. Meu desejo é que você seja edificado. Então, deixe seu comentário e vejamos como nos edificaremos.

sábado, 25 de agosto de 2012

A Vivência da Vida Cristã

Leitura Bíblica: Ageu 1:1-15
Tema:  A vivência da vida cristã (Pr Marcelo)

Breve Comentário: 
O texto lido nos fala do contexto histórico da restauração de Israel após o exílio babilônico. Todavia, toda a Palavra de Deus nos é educativa em nossa vivência da vida cristã. Dessa forma, este texto tem muito a nos ensinar como a vida cristã deve ser vivida para melhor refletir nossa comunhão com Deus.
A vida cristã deve ser vivida:


  • Nos passos do arrependimento v.5 e v. 7

É digno de nota que o Espírito Santo fez o profeta Ageu registrar o mês que estava profetizando ao povo de Israel. O sexto mês é chamado de Elul, ele tem na tradição judaica o significado de reflexão do que fez no passado e projeto para o futuro. Também é o mês da graça e a misericórdia de Deus sobre o povo, oportunidade de, arrependido dos erros passados, voltar a andar nos propósitos divinos. Por isso, o profeta diz: “Considerai o vosso passado”. Assim, é a vida cristã, ele deve andar nos passos do arrependimento, considerando nossos erros diante de Deus e arrependidos nos apresentarmos diante do Senhor de toda Misericórdia para vivermos em Sua vontade.

  • Nos braços da confiança Ag 2:4-5

Mais uma vez o Espírito Santo registra pelo profeta o mês que Ele mesmo, o Senhor, incentiva o povo dEle a deixar para trás o medo e o sentimento de abandono para tomar posse da confiança e perdão que são efetivados pela presença gloriosa do Senhor e habitação do Espírito Santo no meio do Seu povo. Trata-se do mês de Tishrei. O mês da expiação. O mês que a culpa é retirada e expiada pelo cordeiro. Na vida cristão andamos nos braços da confiança quando arrependidos tomamos posso do perdão dado a nós pelo sacrifício de Jesus. Assim, a culpa deixará de nos atrapalhar a trabalhar para o Senhor. O jugo do pecado será lançado sobre o sacrifício de Jesus e poderemos confiar em Sua maravilhosa presença em nós.

  • Na consciência da dedicação Ag 2:10-15

Agora chegou o mês de Quisleu que representa, na tradição judaica, a dedicação que devemos ter ao Senhor e em sua obra. O povo estava para concluir a restauração do Templo do Senhor, mas Ele levanta o profeta para ensina-los que tudo na vida tem consequências e que  isso deve ser considerado, apesar do nosso sofrimento não chegar a ser proporcional a ofensa causada ao Senhor. Na nossa vida cristã temos de considerar isso. Quanto mais trabalhamos para restaurar nossa vida com Deus, mais dedicação essa restauração exige. Pois quando uma mancha vem sobre nossa comunhão com o Senhor, entramos num processo de santificação que exige a dedicação constante, o empenho de confiar sempre no Senhor, a esperança que a Glória dessa restauração será maior do que seu primeiro estado. Sim, maior porque o Senhor quando nos levanta, o faz isso para sermos a cada dia melhor e mais aperfeiçoados conforme à Sua imagem e semelhança.

  • Na expectativa da promessa Ag 2:18-19

É interessante perceber o quanto na Bíblia o Senhor registra coisas que aparentam impossibilidade que depois de cumprir suas promessas venhamos a exalta-Lo em todas as Suas maravilhas e poder. Nada tinha que oferecesse alguma indicação de boa colheita, de bênçãos ou sequer de suprimento dos celeiros do Seu povo. Mas a promessa foi lançada. “Desde este dia vos abençoarei” disse o Senhor. Deus é especialista em plantar esperança no coração do Seu povo. Tem prazer em mostrar quão grande é Sua fidelidade e misericórdia. Quanto se agrada em abençoar seus filhos. A vida cristã só é plenamente vivida quando ela vive na expectativa da promessa de Deus. Hoje temos a oportunidade de ouvir esse sermão e captar de Deus Suas promessas para que por elas vivamos na expectativa de que sejam ministradas em nossas vidas pelo poder do Senhor.

domingo, 15 de abril de 2012

Recebendo a libertação que Deus promove em nossas vidas.

Leitura Bíblica: Ex 2:23-25 e 3:1-12
Estamos diante de um contexto de aproximadamente 400 anos de cativeiro do povo de Israel no Egito. Por causa do medo e inveja dos egípcios o povo de Deus perdeu a liberdade e passou a ser oprimido pelo inimigo. Os egípcios tinham medo e inveja (Ex 1:9-10), eram tiranos e amargavam a vida do povo de Deus (Ex 1:13-14) ao ponto de provocar gemidos e clamor por causa do sofrimento (Ex 2:23-25). O povo de Deus era conhecido por ser um povo abençoado por Deus e os egípcio sabiam disso (Ex 1:17 e 21). Até mesmo Moisés já sabia que era o escolhido por Deus para promover libertação ao povo de Deus (Ex 2:11 cf. At 7:25). Dessa forma, numa manifestação onde o Senhor toma o ordinário e transforma-o em extraordinário, como no caso da sarça ardente, Deus oferece libertação ao seu povo. Ele ouve o clamor do seu povo, estende a mão poderosa e promove libertação para cumprir sua promessa feita a Abraão. Todavia, a libertação que Deus promove para o seu povo ocorre num processo de humilhação e exaltação, rendição e reconciliação, entrega e apropriação, de tirar as sandálias e colocar as sandálias.
Ao compreender a libertação que Deus promoveu ao povo de Israel podemos perceber dois elementos nesse processo que nos leva a receber em nossas vidas a libertação promovida por Deus daquilo que nos oprime, nos faz amargar a vida, nos tira a paz e insiste em se fazer um tirano sobre nós. Às vezes são doenças, discussões, problemas de ordem financeira, relacionais ou afetivas que se tornam um Egito em nossas vidas. Mas, Deus nos chamou à liberdade e Ele a promove em nossas vidas em Cristo Jesus, no qual recebemos essa libertação discernindo os dois elementos, ou estágios, que envolvem nossas vidas.
  1. Humilhação
    1. Submeter o conhecimento próprio ao conhecimento da Aliança de Deus - v.13
Moisés foi educado na melhor universidade do mundo em seu tempo. Era instruído em ciência e sabedoria. Todavia, em vez de tentar explicar aos filhos de Israel com conhecimento próprio quem era Deus, o Senhor lhe mostrou que Ele É o que É e isso basta. Falou a Moisés que no lugar disso, ele deveria fazer conhecida a promessa da Aliança estabelecida entre Ele e o seu povo e crer que Aquele que É o que É faria cumprir esta promessa na vida do povo. 
Igualmente temos de fugir da tentação de racionalizar ou buscar esquadrinhar todos os movimentos que Deus promove em nossas vidas. Ele nos dá inteligência, conhecimento, educação, cultura e sabedoria para usarmos com graça. Mas, isso tudo deve estar submetido em primeiro lugar ao conhecimento do Verdadeiro Deus, dAquele que É o que É e da Sua Aliança e Promessa para nossas vidas, pois de que vale ter a sabedoria do mundo se for para continuar escravo do Egito? Não é a loucura de Deus mais sábia que a sabedoria de toda a humanidade? Humilhemo-nos e submetamos o nosso próprio conhecimento ao conhecimento da Aliança de Deus e ao Seu poder.
  1. Deixar a auto justificação para receber a justiça de Deus - Ex 4:1
Quando Moisés argumenta com o Senhor que os israelitas não creriam que ele teve um encontro com Deus, o Senhor lhe deu poder para realizar as obras que somente Deus poderia realizar. Os mágicos de Faraó bem que tentaram imitar tudo que Moisés fazia, mas chega num momento que o que prevalece são as obras de Deus.
Igualmente devemos entender que nossas melhores obras que fazemos para tentar justificar nossas ações são trapos de imundícies. É quando nos humilhamos diante de Deus e quando Ele opera em nós e por meio de nós que nossas obras são consideradas como obras da fé. Nossa Justiça é o Senhor Jesus, por isso devemos nos render às obras da Sua justiça e deixar que nossas obras reflitam Seu poder.
  1. Recusar a auto suficiência para receber a Graça de Deus - Ex 4:10
A resposta de Deus a Moisés sobre sua incapacidade de falar ao povo veio em forma de provisão graciosa e capacitação divina. Deus chama Moisés sabendo de todos os recursos que ele tinha e suas dificuldades também. Moisés expressa sua dificuldade em comunicação e Deus imediatamente demonstra que Ele possui todos os recursos para agraciar seus filhos a fim de que cumpram Sua vontade Soberana.
A graça de Deus nos capacita e supre nossas vidas para vivermos livremente em Sua presença com alegria e satisfação. É a graça de Deus que nos habilita a recebermos a libertação que o Senhor promove em nossas vidas, sem a graça há esforço sem recompensa alguma. Com a graça, há provisão de Deus para recebermos a bênção dEle para vivermos livres de qualquer opressão e tirania.
  1. Descartar a desobediência para viver a vontade de Deus - Ex 4:13
A ira de Deus veio no momento em que Moisés quis deliberadamente desobedecer a vontade de Deus. Moisés sabia do propósito de Deus para sua vida, mas ainda assim ele insiste com Deus o não cumprimento deste propósito. A ira de Deus revela que com a desobediência Deus não está disposto para conversas e negociações. Com todos os outros argumentos Deus se mostrou longânimo, mas por causa da desobediência vem a ira de Deus.
Devemos insistir com Deus para deixarmos de cumprir sua vontade? É claro que não. Por isso, melhor para nossas vidas, é descartarmos a desobediência para viver a vontade de Deus e, assim, recebermos dEle a libertação que Ele promove para que vivermos livres do Egito.
  1. Exaltação
Para ilustrar o processo de restauração e libertação que o Senhor promove em nossas vidas vamos observar o evento narrado por Jesus em Lc 15:22-24 na parábola que tem o filho pródigo como exemplo de quem foi escravizado pela miséria do mundo, mas que foi restaurado pelo pai com novas vestes, sandálias, presentes e celebração pela vida daquele que estava morto, mas que agora vivo estava na presença do pai. As vestes novas, as sandálias novas mostram que o filho pródigo necessitou do que foi oferecido pelo pai para ser restaurado. Vestiduras novas simbolizam santidade e honra. Sandálias significam liberdade para quem estava em condição de escravidão. A celebração, o regozijo e todo o contexto demonstra o perdão e a graça de Deus para com o pecador, antes escravo do pecado e condenado à morte, mas, agora em Cristo, salvo e reconciliado com Deus por meio de Jesus Cristo, o Senhor. Assim, tal como o filho, podemos receber:
  1. O anel, símbolo da Aliança
  2. A Justiça de Cristo Jesus
  3. A graça de Deus
  4. O perdão
  5. E Celebrar a Vida Abundante em Cristo Jesus
Conclusão
Muitas vezes os problemas tentam nos escravizar, oprimir e trazer sofrimento sobre nossas vidas. Mas, em vez de sentir o amargo gosto do sofrimento fruto da inveja e astúcia do inimigo, podemos receber a libertação promovida por Deus em nossas vidas em Cristo Jesus. Tiremos as nossas sandálias diante do Senhor que Ele mesmo nos calçará com as sandálias da liberdade em Cristo, amém.

sábado, 17 de março de 2012

A prisão de George Clooney, a omissão criminosa da imprensa e a cristofobia

16/03/2012
 às 20:10

A imprensa ocidental corre o risco de morrer de inanição moral — já que não morrerá de vergonha. A prisão do ator George Clooney (já está solto), que fazia um protesto em frente à embaixada do Sudão, em Washington, chama a atenção para a dramática situação daquele país, sim, e isso não deixa de ser positivo. Mas só uma parte da história está sendo contada sobre o país — e o principal está sendo omitido.

Quem pratica os assassinatos em massa no país são milícias islâmicas a serviço do ditador Omar al-Bashir. E os mortos, atenção!, são cristãos!
Na edição de 13 de fevereiro, a Newsweek trouxe uma reportagem da somali Ayann Hirsl Ali, que teve de fugir do seu país, intitulada “O crescimento da cristofobia”. O texto (íntegra aqui) evidencia as perseguições que sofrem os cristãos no mundo inteiro. Há um trecho dedicado ao Sudão:
“O governo autoritário, sunita, do Norte do país há décadas persegue cristãos e minorias animistas do Sul. O que é habitualmente descrito como uma guerra civil é, na prática, perseguição promovida pelo governo sudanês às minorais religiosas. Essa perseguição culminou com o infame genocídio de Darfur, que começou em 2003. Ainda que o presidente Omar al-Bahsir tenha sido indiciado pelo Tribunal Penal Internacional de Haia, que tem contra ele três acusações de genocídio — e apesar da euforia com a semi-independência que ele garantiu em julho do ano passado ao Sudão do Sul —, a violência continua. No [estado] de Kordofan do Sul, cristãos ainda são alvos de bombardeios aéreos, assassinatos seletivos, sequestros de crianças e outras atrocidades. Relatórios da ONU indicam que entre 53 mil e 75 mil civis inocentes foram expulsos de seus lares; casas e edifícios foram incendiados”.
Ainda voltarei a esse tema. Cristãos morrem como moscas hoje em dia em vários cantos do planeta.  Os mortos de Darfur passam de 400 mil — eu escrevi 400 mil!!! Estima-se que possam morrer outras 250 mil. Atenção! É por perseguição religiosa! Não é só ali, não! O glorificado Egito da “revolução democrática” assiste a massacres frequentes de cristãos.
É justa toda a indignação que há no mundo com a situação na Síria. Mas cabe uma pergunta: por que tão poucos se importam com os cristãos do Sudão? A tese de Ayann Hirsl Ali faz sentido: o nome disso é “cristofobia”! O massacre de cristãos no Sudão passa pelos filtros do lobby islâmico no Ocidente — que sequestra a má consciência de intelectuais de esquerda, da academia e da imprensa. Chamar a coisa pelo nome que ela tem pode ser classificado de “islamofobia”.
O resultado, então, é uma inversão moral fabulosa: os cristãos, hoje perseguidos mundo afora por milícias islâmicas, desaparecem do noticiário porque, afinal, o islamismo tem de aparecer na imprensa sempre como vítima da discriminação do Ocidente.
A cobertura dispensada à prisão de George Clooney mundo afora oscilou entre a fofoca de celebridades e a mais vergonhosa omissão. Obra da cristofobia.
Por Reinaldo Azevedo direto do seu Blog

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/a-prisao-de-george-clooney-a-omissao-criminosa-da-imprensa-e-a-cristofobia/

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

A Unidade Cristã sob a Perspectiva Bíblica


Acampamento UMP - Primeirona
Carnaval de 2012
17-21 de fevereiro de 2012
Todos por um - Jo 17:21
Textos: “a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste.” Cf. “Pai santo, guarda-os em teu nome, que me deste, para que eles sejam um, assim como nós.” v. 11
A Unidade Cristã sob a Perspectiva Bíblica
Vivemos num mundo múltiplo, plural, diversificado...
Desde tempos remotos a pluralidade esteve presente na humanidade.
Quando olhamos os povos, as nações, as culturas e seus costumes percebemos o quão diversificado é o mundo desde que ele é mundo. (música, sistema político, dança, comida e etc.)
Quando olhamos para a natureza, seus reinos animal, vegetal e mineral (pedra, ferro, cobre, ouro), também percebemos a criatividade e diversidade em tudo que nos cerca.
São texturas, aromas, sabores, cores, sons, luzes, pessoas, climas, símbolos, sentidos, valores, princípios e experiências que  adicionam, extraem, locam, deslocam, formam, disformam e conformam nossos comportamentos, caráter e até mesmo nossa identidade.
É um mundo multidiversificado e pluralista em todas as dimensões, esferas e culturas.
Todavia, apesar de tanta grandeza e diversificação, continua sendo UM mundo. 
“Tudo em um só, tudo combinado em um”, ou seja, Universo. 
E mesmo que existam teorias de multiversos, mesmo depois que algum dia isso venha a ser provado, acabaremos por englobar os multiversos num novo Universo.
É, portanto, um tremendo desafio pensar em unidade num ambiente tão diversificado como o que vivemos.
Maior desafio ainda é tentar viver uma unidade em nosso meio sem que se estabeleça critérios que de alguma forma excluem ou constrangem pessoas diferentes da nossa cultura.
A fim de enfrentar esse desafio, precisamos de, no mínimo, contrastar duas palavras importantes na nossa reflexão sobre o tema.

Tratam-se de Unidade e Uniformidade

Unidade
Uniformidade
  • Qualidade de ser único

  • Qualidade de ter a mesma forma

  • Qualidade de estar em união para existir

  • Qualidade de se ter a mesma forma para existir

  • Qualidade do que não pode ser dividido sob pena de perder a essência

  • Qualidade de manter a forma mesmo estando sozinho

  • Dinâmica, flexível 

  • Estática, inflexível 

  • Variável

  • Monótona

  • Aceita variedade de formas e até de substâncias (silicone, prótese) desde que mantenha a mesma essência, propósito e natureza da unidade

  • Rejeita qualquer forma que seja diferente da estabelecida, imposta, obrigada

A unidade que buscamos entender e viver aqui neste acampamento é a unidade cristã que tem todas as qualidades e descrições que acabamos de ver no quadro acima. Contudo, ela vai mais além. Sua essência, propósito e natureza excedem o que comumente conhecemos como unidade em qualquer grupo distinto da Palavra de Deus. Ou seja, unidade que não seja cristã, pode ter todos os atributos, características e descrições que acabamos de ver, todavia, a unidade cristã é superior num elemento especial, a saber, ela é estabelecida, conduzida, aperfeiçoada e preservada por Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador. 
Este elemento é superior pela sua transcendência e imanência. Jesus Cristo, o Senhor, é Deus acima de todo ser e ainda é Deus conosco. Está assentado num trono de glória à direita do Pai governando o universo e ainda faz morada no coração de quem foi selado pelo Espírito Santo de Deus para salvação e comunhão com Deus.
É dessa forma, portanto, que vamos abordar o tema proposto: 
A Unidade Cristã sob a Perspectiva Bíblica
  • As bases da Unidade Cristã sob a Perspectiva Bíblica
    1. É fundamentada em primeiro lugar em Cristo (humilhação X promoção, mansidão X arrogância)
    2. É vinculada pelo Espírito Santo (comunhão X divisão, consolação X opressão)
    3. É conservada pelo Pai (amor X dogma, propósito X movimento)
  • O alcance da Unidade Cristã sob a Perspectiva Bíblica
    1. Interna (Jerusalém)
    2. Externa Primária (Judeia)
    3. Externa Secundária (Samaria)
  • O ambiente da Unidade Cristã sob a Perspectiva Bíblica
    1. Destituído de preconceito
    2. Agregador
    3. Proporciona amadurecimento
    4. Desenvolve talentos e dons
    5. Oferece cuidado uns com os outros
    6. Respeita as diferenças uns dos outros
    7. Superação 
    8. Perdão
    9. Multiplicador 
  • O resultado da Unidade Cristã sob a Perspectiva Bíblica
    1. Cura (Sl 133)
    2. Testemunho (“para que o mundo creia” Jo 17:21; “nisto conhecerão que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” Jo 13:34)
    3. Santidade (“aperfeiçoados” Jo 17:23)
    4. Prosperidade (“para seu bem e bem de seus filhos” Jr 32:39)
    5. Adoração (“para que concordemente e a uma voz glorifiqueis ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo.” Rm 15:6)
    6. Presença (2 Corinthians 13:11 “Quanto ao mais, irmãos, adeus! Aperfeiçoai-vos, consolai-vos, sede do mesmo parecer, vivei em paz; e o Deus de amor e de paz estará convosco.”)

    quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

    O diabo e seu ofício

    Desde nosso primeiro contato com a Palavra de Deus temos conhecimento do versículo que se encontra em Jo 10:10, a saber, "O ladrão [diabo] vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim [disse Jesus] para que tenham vida e a tenham em abundância."

    Chamo o ladrão de diabo porque é bem o que ele saber fazer. No contexto, o ladrão é aquele que tenta levar as ovelhas de Jesus por um caminho diferente do apresentado por Jesus. Ora, isso é tarefa do diabo, mas o pior é que tem gente que quer fazer seu oficio.

    Pois bem, uma vez qualificado o coisa ruim, é interessante notar Jesus colocar numa mesma frase duas coisas tão opostas e distantes uma da outra. Morte, roubo e destruição em nada combinam com a vida em abundância que Jesus tem para nos dar em Seu nome.

    É interessante, também, notar que Jesus vence o tríplice oficio do diabo com apenas um golpe: "VIDA ABUNDANTE".

    Vida Abundante é suficiente para malograr os desígnios do diabo. Vida abundante é suficiente para vivermos a vitória sobre todas as mentiras, invenções, arquitetações, maquinações e malignidades do inferno que são muitas vezes sutilmente inseridas em nosso meio para de alguma forma tentar embaçar nossa caminhada com a GRAÇA de Deus rumo a vida a ser vivenciada abundantemente.

    Vida Abundante é forte o suficiente para resistir o diabo para ele fugir de nós. É regada pela GRAÇA de Deus o suficiente para percebemos que somos o que somos somente pela GRAÇA. E o diabo, impedido de viver pela GRAÇA, cai em desGRAÇA com seus intentos mal sucedidos.

    Vida Abundante é regada pela misericordia de Deus TODOS OS DIAS. Pois, só sendo diabo para achar que Deus iria deixar de completar a boa obra que Ele mesmo começou e que Ele mesmo irá terminar em nós.

    Vida Abundante é manifestada em SANTIDADE aplicada, desenvolvida, aperfeiçoada e conservada pelo Deus Triuno. Só o diabo mesmo para achar que SANTIDADE é um código de valores morais humanos e injustificados com os trapos de imundícia da natureza humana. SANTIDADE é ser separado para Deus, por Deus e ser preservado em Deus que ao Seu tempo, propósito e metodologia disciplina, cuida, fere, sara, humilha e honra Seus filhos para serem santos como Ele é SANTO. Só sendo mesmo o diabo para pensar que SANTIDADE é um amontoado de comportamentos regidos pela cabeça de quem sequer consegue cumprir o que exige dos outros e achar que ele é o instrumento da santificação. Só o diabo mesmo...

    Por isso, e muito mais, eu convido você, caro leitor, a viver a Vida Abundante que Jesus nos oferece em Seu nome. Viva-a com intensidade, mergulhando seu ser na imensidão do Espírito Santo, banqueteando-se com o alimento divino, que é a Palavra de Deus, cheia de prazeres que o mundo é incapaz de oferecer, vivendo em intimidade com Deus por meio da oração e comunhão a fim de enraivecer o diabo, que apesar de ser uma Besta, sabe cumprir seu papel de matar, roubar e destruir. Só mesmo sendo um diabo para deixar de viver a Vida que Jesus dá. 

    Como eu não sou o diabo, quero mais é viver o que Deus tem para mim do que querer fazer as vezes do tinhoso. E você, o que fará?

    Grande abraço,
    Marcelo Morais.