Finalidade deste Blog

Olá, seja muito bem-vindo ao meu blog. Nele você encontrará textos de vários autores, inclusive o meu, é claro. Decidi fazer este blog para expressar meus pensamentos e minhas quimeras. Também estarei compartilhando mensagens bíblicas em texto e audio. Meu desejo é que você seja edificado. Então, deixe seu comentário e vejamos como nos edificaremos.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

FIRMANDO-SE NAS PROMESSAS DE DEUS

Esboço da sexta semana do estudo no livro "49 dia de encontro com o Pai", do Pr Eddy Leo. Os estudos deste livro estão sendo ministrados nas Células da Filadélfia.

Desejo que você, caro leitor, seja abençoado, assim como estamos sendo em nossas células.

Abraços,
Marcelo.



FIRMANDO-SE NAS PROMESSAS DE DEUS
por Eddy Leo

Nós experimentamos as promessas de Deus se cumprirem em nossa vida se andarmos nessas promessas. Como podemos andar nas promessas? Isso acontece quando adoramos. A adoração é a jornada do processo de cumprimento das promessas, desde o início até o fim.



Três passos para a adoração bem-sucedida / perfeita adoração:



1. Encontre as promessas de Deus (Pv 4.20-22)

Pv 4:20-22 “Filho, preste atenção no que eu digo. Escute as minhas palavras. Nunca deixe que elas se afastem de você. Lembre delas e ame-as. Elas darão vida longa e saúde a quem entendê-las.”

A Palavra de Deus é como semente preciosa. Essa semente deve ser semeada diariamente em seu coração. Orando a Palavra de Deus, ajudará a fazer com que essa semente dê fruto. (Mc 4.26-29).

Para encontrar as promessas de Deus em sua Palavra devemos buscar em nossa Bíblia os textos referentes às promessas e plantá-los em nossos corações confiando que em seu devido tempo o Senhor há de cumprir suas promessas em nossas vidas.



2. Firme-se nas promessas de Deus até que se cumpram (Hb 10.36; 6.11,12)

Hb 10.36 “Vocês precisam ter paciência para poder fazer a vontade de Deus e receber o que ele promete.”

Hb 6.11,12 “Deus não é injusto. Ele não esquece o trabalho que vocês fizeram nem o amor que lhe mostraram na ajuda que deram e ainda estão dando aos seus irmãos na fé. O nosso profundo desejo é que cada um de vocês continue com entusiasmo até o fim, para que, de fato, recebam o que esperam.”

Tal como a semente natural precisa de boa terra para se firmar, germinar, crescer e frutificar, a semente espiritual, as promessas de Deus, precisa de um coração receptivo à Palavra e zeloso para firmar a fé, nascer a esperança, crescer a gratidão e frutificar a bênção de Deus.

Para que essa realidade seja experimentada em nossas vidas com mais frequência e satisfação, que tal relembrarmos os princípios que estamos há mais de trinta dias estudando?

a) Mc 4.20 – Um coração que recebe e crê na Palavra (R1)
b) Mt 13.23 – Um coração que medita na Palavra e a compreende (M2)
c) Lc 8.15 – Um coração que diligentemente aplica a Palavra e faz o que ela diz (A3)
d) Jo 15.16,27 – Um coração que está disposto a compartilhar a Palavra e testemunhar dela (C4)



3. Confesse as promessas de Deus até que se cumpram (Hb 4.14-16; 3.1)

Hb 4.14-16 “Portanto, fiquemos firmes na fé que anunciamos, pois temos um Grande Sacerdote poderoso, Jesus, o Filho de Deus, o qual entrou na própria presença de Deus. O nosso Grande Sacerdote não é como aqueles que não são capazes de compreender as nossas fraquezas. Pelo contrário, temos um Grande Sacerdote que foi tentado do mesmo modo que nós, mas não pecou. Por isso tenhamos confiança e cheguemos perto do trono divino, onde está a graça de Deus. Ali receberemos misericórdia e encontraremos graça sempre que precisarmos de ajuda.”

Hb 3.1 “Meus irmãos na fé, vocês que também foram chamados por Deus, olhem para Jesus, que Deus enviou para ser o Grande Sacerdote da fé que professamos.”

Hb 10.23 “Guardemos firmemente a esperança da fé que professamos, pois podemos confiar que Deus cumprirá as suas promessas.”

A palavra traduzida como “confessar, anunciar e professar” nos três textos de nossa leitura bíblica vem de uma palavra grega que significa “dizer a mesma coisa, usando os mesmo termos, concordando em palavras ou fé em conformidade com”.

Devemos continuar confessando o que Deus diz em sua Palavra para que o seu poder opere em nosso favor. Por exemplo, se ele disse: “Por meio das feridas de Jesus vocês são curados”, nós devemos confessar o mesmo.

Quando confessamos a Palavra, nossa fé agrada ao Pai e ao nosso Grande Sacerdote. Quando declaramos a Palavra, liberamos a obra redentora da cruz e Jesus se regozija com nossas confissões.

Portanto, nós precisamos orar com constância e seriedade para que o Senhor nos ajude a refrear a nossa língua quando estivermos inclinados a usá-la para reclamar, murmurar em vez de confessar as promessas de Deus. Tomemos hoje a decisão de proferir vida em cada situação e a respeito de cada decisão que tomarmos. Oremos extensivamente no Espírito – o Senhor nos dará sabedoria para controlar nossa língua. Usemos hoje palavras que abençoem nossa família, amigos e colegas de trabalho.




Aplicação

1. Quais as promessas de Deus que você tem buscado aplicar em sua vida?

2. Como você tem guardado em seu coração essas promessas de Deus?

3. Podemos levantar um clamor, oração em voz audível, em favor do cumprimento das promessas de Deus em nossas vidas hoje, agora?

terça-feira, 6 de abril de 2010

DIGNO É O CORDEIRO

Estamos na Páscoa. Ovos de chocolate, bombons, bacalhau, peixes e etc. Na semana, chamada Santa, também há o que se aproveitar, afinal, não é sempre que temos um belo feriado emendado com o final de semana. Mas, ainda assim aproveitaremos as viagens, retiros, sítios e chácaras, enfim, tudo de bom.
Não obstante, o envolvimento do mundo com tamanha desfaçatez capitalista jamais pode tirar de nós, crentes no Evangelho, a resposta para a pertinente pergunta que se encontra em Ex 12.26: “Que Rito é este?”.
Etimologicamente, Páscoa significa “passar por cima”, fazendo uma alusão à passagem do SENHOR por cima dos portais das casas dos israelitas na ocasião da praga da mortandade no Egito, promovendo, assim, grande livramento ao povo escolhido de Deus. Foi depois desta praga que o povo saiu do cativeiro egípcio. Desde então, a Páscoa passou a ser celebrada ao SENHOR (Êxodo 12).
Ora, Páscoa é, então, uma celebração dedicada ao SENHOR. É uma celebração em que se relembra a passagem do estado de escravo para o estado de Liberdade, a passagem do Egito para a Terra Prometida, da morte para a Vida, da lei para a Graça, da desobediência para a Obediência, da inimizade para a Reconciliação, da perdição para a Salvação, de criaturas a Filhos de Deus, do desespero à Esperança.
“A Páscoa verdadeira é a abstinência do mal, o exercício da virtude, e o passo da morte à vida. Isto é o que se aprende da imagem antiga. Então se esforçavam por passar desde Egito a Jerusalém; agora nós nos esforçamos por passar da morte à vida. Então, do Faraó a Moisés; agora, do diabo ao Salvador.” (Santo Atanásio, séc. IV).
E se antes se matava um cordeiro para celebrar a páscoa, agora já não há mais Páscoa sem o Cordeiro Santo que tira o pecado do mundo. Ele é a própria Páscoa para nós, os que cremos em Jesus Cristo. Ele é a passagem da morte para a Vida. E sem Ele não existe Páscoa.
Esta passagem da morte para a vida se deu pela ressurreição de Jesus Cristo. Este é o grande milagre da Páscoa, a ressurreição. Não é preciso muito esforço para crer na morte de Jesus, mas na ressurreição é preciso ter fé, e esta fé é dada pelo próprio Deus. Pela ressurreição, Jesus aplicou definitivamente a Páscoa naqueles que crêem em Seu Nome. Na Páscoa Ele passou da morte para a Vida, observe o trocadilho em Jo 13.1.
Só se celebra a Páscoa Verdadeira àquele que tem suas veste lavadas no Sangue do Cordeiro (Ap 22.14). Dessa forma, devemos todos nós fazer coro com o texto das Escrituras que diz: “Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor... e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos.” (Ap 5.12-13). Fica, portanto, claro que na Páscoa ao SENHOR , Digno é o Cordeiro, e o que passar disso não é nada além de coelhinho, ovos, bombons, bacalhau...

Um grande abraço,
Marcelo Morais.